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	<title>Ju Royo</title>
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	<description>autoescuta e comunicação não-violenta</description>
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	<title>Ju Royo</title>
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		<title>Afeto importa tanto quanto comida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pati]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 13:19:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você se sente uma pessoa amada, reconhecida, vista?Ser humano é um bicho social e um bicho super sensível. Essa sensibilidade além de linda é também necessária pra nossa sobrevivência. Já notou?   Não receber amor é como morrer de sede. Se privar da sua necessidade de expressão e carinho é como se privar de comer [&#8230;]</p>
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<p>Você se sente uma pessoa amada, reconhecida, vista?<br />Ser humano é um bicho social e um bicho super sensível. Essa sensibilidade além de linda é também necessária pra nossa sobrevivência. Já notou?</p>

<p> </p>
<p>Não receber amor é como morrer de sede. Se privar da sua necessidade de expressão e carinho é como se privar de comer comida boa e aceitar só porcaria de entupir as artérias. Não é balela. É necessidade básica humana para sobrevivência enquanto espécie, enquanto bicho que somos. Só estamos aqui hoje, graças a termos nos reunido em bandos e recebermos cuidado. Bandos pra caçar, bandos pra cuidar de aldeias, garantir abrigo, garantir comida a longo prazo, garantir cuidado dos nossos filhotes, anciãos, doentes e adultos. Olhar uns pelos outros. O cuidado é uma necessidade básica como água, comida e sono. Ser humano não sobrevive sem cuidado. Não é à toa que os bebês da nossa espécie dependem de cuidado, atenção e afeto durante tantos anos pra saber o básico e só depois aprender as outras técnicas de sobrevivência (como executar tarefas).<br />Afeto é Necessidade básica.</p>

<p> </p>

<p>Pra além de se preocupar com as proteínas, carboidratos, horas de sono e vitaminas que você consome… você ta morrendo de sede de carinho? Tá desnutrida de reconhecimento e apoio? Tá fraco em expressividade? Ou está bem nutrido de amor, diversão e parceria?</p>
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		<title>Toda relação é espelho.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pati]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 13:45:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente procura a Comunicação Não-Violenta querendo amenizar a forma das falas, pra soar menos agressiva ou mais assertiva. Esquecendo que a forma é consequência da intenção, dos ensinamentos desde criança de como se portar na vida, como estar em relacionamentos, as crenças do que é certo ou errado ao se posicionar, falar, amar, ser. [&#8230;]</p>
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<p>Muita gente procura a Comunicação Não-Violenta querendo amenizar a forma das falas, pra soar menos agressiva ou mais assertiva. Esquecendo que a forma é consequência da intenção, dos ensinamentos desde criança de como se portar na vida, como estar em relacionamentos, as crenças do que é certo ou errado ao se posicionar, falar, amar, ser. Primeiro eu leio o mundo e o que eu observei me afeta.. aí me expresso.</p>
<p> </p>

<p>A comunicação não se resume à fala. Toda expressão começa na leitura de mundo. Com que lentes eu enxergo a vida? Como o recorte do que eu fui treinada a ver afeta como eu me sinto nas situações? Como eu aprendi a lidar com o que eu sinto? As frustrações inevitáveis, a raiva, a tristeza, o medo, as alegrias, o prazer. Como eu fui ensinada a expressar esses sentimentos? Que repertório eu tenho pra lidar com o que me afeta? Que repertório eu tenho pra lidar com o outro e o fato de que qualquer ser humano que eu me relacione (seja meu parceiro, filhe, mãe, chefe) existe pra além das minhas expectativas e demandas? Que repertório eu tenho pra me relacionar comigo mesma? A desconexão com a terra, a destruição da natureza, as guerras… são reflexos externos da nossa desconexão interna, da falta de cuidado e respeito com a nossa própria natureza. Relacionar-se é estar em conexão com a vida. A comunicação (não só verbal) é a expressão de como estamos nos relacionando com o mundo, com nós mesmes. O muso Emicida diz brilhantemente no álbum Amarelo que<strong> &#8220;Tudo que nóis tem é nóis&#8221;</strong> e essa frase tem ecoado como um mantra em mim.</p>
<p> </p>

<p>Cuidar das nossas relações intrapessoais, interpessoais e sistêmicas é cuidar da vida na Terra. Não existe sustentabilidade ou regeneração possível sem observar como estamos nos cuidando. Eu acredito profundamente que Regenerar Relações é Regenerar o mundo. Como você está se relacionando com a vida?</p>
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		<title>Como está a sua capacidade de diálogo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pati]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 15:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[CNV]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho sido afetada profundamente nas últimas semanas por um debate acerca do valor do diálogo, violência estrutural (de forma mais evidente, o racismo) e estratégias de lidar com a violência e protestar sobre ela. Então hoje, quero abordar com vocês algumas reflexões em relação a isso e questionamentos que tenho recebido. Começo dizendo que não [&#8230;]</p>
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<p>Tenho sido afetada profundamente nas últimas semanas por um debate acerca do valor do diálogo, violência estrutural (de forma mais evidente, o racismo) e estratégias de lidar com a violência e protestar sobre ela.</p>



<p>Então hoje, quero abordar com vocês algumas reflexões em relação a isso e questionamentos que tenho recebido.</p>



<p>Começo dizendo que não existe Comunicação Não-Violenta sem observação das estruturas sistêmicas que nos impactam. A CNV atua nos três níveis ao mesmo tempo: intrapessoal, interpessoal e sistêmico. É fundamental compreender que a escuta das necessidades e expressão dos sentimentos não se limita a relações individuais, no “um a um”.</p>



<p><strong>A visibilização dos sistemas que operam nossas relações é condição para a não-violência.</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Quando estamos em um diálogo com qualquer pessoa (inclusive com nós mesmes) está incluído na conta os padrões sistêmicos que constroem a nossa relação e subjetividade com o mundo. Quais são os (pré) conceitos que carregamos com a nossa educação e bagagem de vida?<br><br>Faz diferença ser uma mulher em posição de liderança sendo ouvida por homens? Faz diferença ser negro? Faz diferença ser indígena? Faz diferença entender que existem relações de poder operando o tempo todo nas nossas experiências?<br><br><strong>Escuta:</strong>&nbsp;é a capacidade que nós temos de presença, de abertura, de curiosidade sobre a vida que está acontecendo. Seja dentro de nós, seja fora de nós. Escuta é a condição básica para um diálogo. Senão ficamos apenas em monólogos intercalados. E como ressaltou semana passada Dominic Barter (precursor da CNV no Brasil), a ausência de diálogo mata.</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Escuta condicionada a como o outro se expressa (ou como eu gostaria que ele se falasse) não é escuta real.</strong><br>Diante disso, compartilho com vocês a pergunta que tenho me feito:<strong> como está a minha capacidade de diálogo?</strong><br><br>Lembrando que debates e batalhas de monólogos são diferentes do que é o diálogo – onde existe a real intenção de compreensão, de criação de algo em comum que surge a partir de nós, a partir do nosso encontro. O diálogo permite que se criem bases seguras em comum – que não tem a ver com concordar com o outro, mas validar as necessidades e sentimentos envolvidos e se abrir pra entender que a sua experiência de vida não é a única possível.<br><br>Se eu reprimo a forma como um grupo sistematicamente oprimido está expressando a sua raiva e tentando me mostrar o tamanho da sua dor, entendo que estou alimentando o ciclo de violência. Estou fazendo o oposto de ouvir. E quanto menos um ser humano se sente escutado, a tendência é que grite mais alto para ser ouvido.<br><br>É importante compreendermos a nossa relação de poder quando estamos ouvindo demandas. Na minha perspectiva, quando estou em uma situação de privilégio estrutural invoco mais resiliência para a minha capacidade de escuta.<br><br>É sobre <strong>ouvir além do grito e superar a forma que eu estou recebendo essa comunicação para me colocar em uma posição de diálogo real. </strong>E significa diferenciar violência de uma ação enérgica que coloca limites para interromper a violência.<br><br>A não-violência não é sobre passividade diante de injustiças e violência. Ela não exclui ação, pelo contrário, age para proteger a vida e criar pontes para que as necessidades básicas sejam atendidas.<br><br>Será que podemos exigir tranquilidade e expressão didática de quem está sendo diariamente violentado ou podemos ouvir sem barreiras e agir em conjunto para bloquear a violência estrutural? Percebam que quando ouvimos as dores por trás da opressão e agimos a favor do encerramento do ciclo, nos colocamos ao lado e não em uma disputa sobre quem precisa se expressar/ouvir de forma mais compassiva.<br><br><strong>O que é violência estrutural?</strong><br>Toda vez que uma parcela da população não é escutada de forma sistêmica e repetidamente, estamos enfrentando um problema de violência estrutural. Significa que <strong>a estrutura da sociedade e a base de acordos está desenhada para silenciar (não escutar) as demandas, necessidades, desejos dessa parcela da população.</strong><br><br>Esse silenciamento pode se manifestar em diversas estratégias como tentativa de exclusão de espaços de poder e tomada de decisão, limitação de acesso a espaços públicos, violação de direitos, não validação de sentimentos e demandas ou simplesmente ignorar a existência e tomar decisões coletivamente que não levem em conta a equidade por bem-estar dessa população.<br><br><strong>Violência não significa apenas tiros ou agressão física. Ou leis claramente discriminatórias. O controle, deslegitimação e silenciamento de necessidades cotidianas é também violência.</strong><br><br><strong>Paradigma da Dominação</strong><br>O paradigma da dominação que parece fortemente impregnado na visão de mundo da nossa sociedade sustenta a violência estrutural. É o paradigma que legitima a exploração de corpos, exploração de terras e recursos naturais, exploração de outros seres.<br><br>O paradigma da dominação não se limita a grandes corporações e a um grupo específico, está impregnado na nossa cultura, nos relacionamentos amorosos, nas relações de trabalho, na criação de filhes, nas narrativas literárias. Aprendemos a dominar e a nos submeter.<br><br>A Comunicação Não-Violenta nos convida a sair desse paradigma e experimentar a escuta e validação de todos os seres como premissa. Respeitando a multiplicidade de existências, as multiplicidades de opiniões e experiências. Não significa ter que concordar, não significa evitar conflito, pelo contrário. É sobre dar visibilidade às diferenças e ser capaz de coexistir com elas, sem ter que aniquilar o outro.<br><br>Respondendo à pergunta inicial da Newsletter:<br><strong>Diante de toda violência estrutural que vivemos e o racismo que mata e desqualifica a cada dia, até onde vale o diálogo?</strong><br>Eu ouço pessoas dizendo que dialogar seria baixar a cabeça para o sistema e não combater a violência. Também ouço pessoas dizendo que não dá pra dialogar com quem é agressivo ou parte de visões de mundo muito diferentes. E nestes dois argumentos eu arrisco discordar.<br><br><strong>Dialogar inclui a possibilidade de conflito, inclui desconforto e não significa concordar.</strong><br><br>É necessário dialogar com quem pensa muito diferente de mim e usa argumentos que me parecem absurdos. Se eu quero viver em um regime que não é totalitário, quero viver em sociedade e não quero oprimir vidas, é necessário que haja conflito, fricção de ideias e de argumentos, pontos de vista sejam questionados. <strong>Para entrar num diálogo real saímos da nossa zona de conforto.</strong><br><br>E o diálogo também é uma ação de bloqueio à violência estrutural. Numa sociedade racista me parece urgente dialogar sobre racismo. Não apenas abrir conversas na perspectiva educativa (o que eu acho uma estratégia válida também) – mas estou falando de diálogo aberto, de escuta ativa, de desconfortos envolvidos, de busca de compreensão dos medos do outro ser humano. Diálogos que permitam gritos de dor.<br><br>Diálogos salvam vidas, a ausência dele mata. Em alguns casos, uma rebelião pode provocar um diálogo. Desobediência de regras sociais violentas podem provocar diálogos.<br><br><strong>Dialogar na sociedade acostumada com dominação e submissão é revolucionário e pode interromper opressões históricas. Convido você que me lê a refletir sobre o quanto você tem evitado conflitos na sua vida. Que medos e desconfortos você está evitando? O que você está silenciando e oprimindo para sustentar essa ausência de conflito?</strong></td></tr></tbody></table></figure>
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		<title>Você se escuta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jeferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 21:43:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aprendemos a silenciar nosso ritmo interno, nosso corpo, nossos desejos, pra servirmos a um sistema de produção linear. Noto que vivemos desconectades de nós mesmes. Nossa cultura valoriza a máquina e menospreza a natureza. Só que somos bicho, nós somos natureza e não máquina. E bicho sente medo, sente dor, raiva, fome, amor. A experiência [&#8230;]</p>
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<p>Aprendemos a silenciar nosso ritmo interno, nosso corpo, nossos desejos, pra servirmos a um sistema de produção linear. Noto que vivemos desconectades de nós mesmes. Nossa cultura valoriza a máquina e menospreza a natureza. Só que somos bicho, nós somos natureza e não máquina. E bicho sente medo, sente dor, raiva, fome, amor. A experiência humana de vida na Terra se dá a partir do corpo, a partir da sensorialidade. Conseguimos elaborar essa experiência graças a nossa maravilhosa capacidade de raciocínio. E eu adoro ser intelectual também. Não há nada de errado nisso. Mas supervalorizar o cabeção e esquecer que somos bicho, não funciona. Nos adoece.</p>

<p> </p>

<p>Há algum tempo passei a me perceber como uma ativista da autoescuta. Porque entendo a escuta como o principal caminho de conexão, inteligência e saúde para o sistema de qualquer relação. E entendo que essa habilidade da escuta começa em nós. Quanto melhor a gente se escuta, melhor a gente desenvolve a habilidade de escutar o outro e o mundo.</p>

<p> </p>
<p>E essa habilidade começa no corpo e na percepção da complexidade do nosso mundo interno: nomear, distinguir sensações, as inter-relações que se dão. Emoções são como um sinal de fumaça do nosso corpo avisando que o nosso sistema está sendo atendido ou está desalinhado. </p>

<p><br />É a forma generosa que ele tem de nos avisar se estamos no nosso centro ou não. E o que causa a fumaça são as necessidades, nossos desejos, que não querem ser negligenciados.</p>

<p><br />É sobre refinar a nossa capacidade de ouvirmos o corpo e ampliar nosso repertório sobre nós mesmes, o que nos inspira, como sustentar as sensações &#8211; de dor e de prazer.<br />Eu te pergunto: como está o seu maxilar e a sua coluna agora? O que o seu corpo está tentando te dizer ultimamente? É um exercício constante. Te convido a praticar <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> &#8230; Se você puder escrever aqui nos comentários, vou adorar saber: o que o seu corpo está te falando hoje?</p>
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		<title>ESCUTA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jeferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 13:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O planeta está pedindo O seu corpo está pedindoSua nova rotina está pedindo Muitos conflitos estão surgindo nessa quarentena. Brigas entre casais, entre filhos, entre alguns vizinhos, no whatsapp. A nova realidade de ter que lidar 24 horas com os familiares pode ser assustadora para algumas pessoas e eu tenho recebido algumas mensagens de amigues [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O planeta está pedindo <br>O seu corpo está pedindo<br>Sua nova rotina está pedindo</p>



<p>Muitos conflitos estão surgindo nessa quarentena. Brigas entre casais, entre filhos, entre alguns vizinhos, no whatsapp. A nova realidade de ter que lidar 24 horas com os familiares pode ser assustadora para algumas pessoas e eu tenho recebido algumas mensagens de amigues pedindo ajuda de como lidar, de como usar a Comunicação Não-Violenta com os filhes, pais idosos, companheirxs. E a resposta é: não existe receita de bolo nem 4 passos que dê conta. O novo momento pede uma nova postura diante da vida. Escuta.  Você está se ouvindo nesse momento de tantas mudanças e desafios? Como você está se sentindo?</p>



<p>Você está ouvindo seu corpo? O que ele está te dizendo e te pedindo pra fazer?</p>



<p>Você está ouvindo quem mora com você?<br>O que será que está sendo dito por trás dos conflitos que estão surgindo nesse momento de quarentena? Que tal checar quais os desafios que o outro está sentindo pra se alinharem?</p>



<p>Qual é a necessidade que não está sendo ouvida, que não está sendo acolhida e está precisando gritar pra ser escutada?</p>



<p>Se abre pra ESCUTA<br>É fundamental nesse momento. Sua saúde mental agradece.</p>
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		<title>Um pequeno lembrete pra mim mesma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jeferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 13:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pausa na tarefa doméstica pra me lembrar publicamente que ta tudo bem tomar meu tempo, sem pressa. Ter todo tempo que eu quiser antes de saber expressar. Não significa que não esteja acontecendo muito trabalho e muito estudo (principalmente interno). O tempo de preparação &#8211; que não dá resultado aparente &#8211; é fundamental e não [&#8230;]</p>
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<p>Pausa na tarefa doméstica pra me lembrar publicamente que ta tudo bem tomar meu tempo, sem pressa. Ter todo tempo que eu quiser antes de saber expressar. Não significa que não esteja acontecendo muito trabalho e muito estudo (principalmente interno). O tempo de preparação &#8211; que não dá resultado aparente &#8211; é fundamental e não linear. Acho irônico quando chamam de trabalho invisível porque é muito visível e materializado diariamente.</p>



<p>Lembrete: é uma sabedoria criar bases firmes, cuidar da estrutura e da nutrição do solo. Atender necessidades que vão muito além da produção e apresentação externa. Não se faz edifícios sem fundações. Senão, só se constroem castelos de areia. Como é bom estar organizada comigo e acolhendo o que ta vivo &#8211; sem excluir nenhuma parte. Sem perfeccionismo, sem medo de experimentar, mas sem pressa, confiando no ciclo e reconhecendo que o trabalho cotidiano e sem resultados aparente já é o trabalho em si. Repito pra mim mesma: já é o trabalho em si.<br>Me lembro que parece simples, mas envolve muitas quebras de paradigmas. Envolve não escolher em oposição dor e beleza, integrar tudo que me habita. Viver as dores e belezas do mundo &#8211; sem negar uma ou outra. Dar vazão pra ambas.</p>



<p>Como eu me movo durante o processo (independente do resultado) tem sido um grande barato.</p>
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		<title>Você se banca no mundo? (não estou falando de dinheiro)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jeferson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 19:31:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Swaraj é um conceito que me acompanha há alguns anos e sinto ele corporificar cada vez mais. É uma palavra em sânscrito, que foi muito usada por Gandhi no processo de libertação na Índia da exploração inglesa. E que em português significa algo como governo de mim mesma. Tão lindo isso: governo de mim mesma. [&#8230;]</p>
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<p>Swaraj é um conceito que me acompanha há alguns anos e sinto ele corporificar cada vez mais. É uma palavra em sânscrito, que foi muito usada por Gandhi no processo de libertação na Índia da exploração inglesa. E que em português significa algo como governo de mim mesma.</p>



<p>Tão lindo isso: governo de mim mesma. Quando eu ouvi pela primeira vez essa expressão parece que rolou um click interno. O similar &#8220;autonomia&#8221; nunca tinha me batido tão forte.</p>



<p>Capacidade de me organizar internamente e fazer escolhas a partir do que me habita e pulsa. Organizando meu sistema e meus caminhos a partir dos recursos que estão vivos em mim.</p>



<p>Hoje, levo Swaraj como um estilo de vida e nutro ela em tudo que eu faço, reconhecendo cada vez mais camadas a serem olhadas. Tem a ver com me bancar. Bancar quem eu sou, bancar minhas decisões, gerenciar meus comportamentos e padrões, investir energia em conhecer minhas emoções e&nbsp; habilidades. Gerir minha vida, de forma consciente e regenerativa.</p>



<p>Nesse último ano, mergulhei fundo nesse processo de governar a mim mesma &#8211; pra além das idealizações que esse conceito trás.</p>



<p>Bancar quem eu sou de verdade implica descortinar muita coisa, trabalhar sombras, mergulhar fundo nos meus medos. Abandonar projeções. Arriscar errar e ser julgada. Arriscar me expressar de forma autêntica e nova, colocar limites impensáveis, não fugir de conflitos, ter conversas difíceis. Rever.</p>



<p>Ser dona de mim mesma é um profundo processo de desdoma e amor. A autoescuta e a relação mais afinada com meu corpo são fundamentais nesse caminho.</p>



<p>Escrevo de um lugar de total ciência dos enormes privilégios que envolvem esse processo de romper contratos invisíveis de dominação e submissão ao externo e às convenções culturais. E justamente por isso, escrevo. A revolução é interna e em rede.</p>
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